de humanos

0 Flares Twitter 0 Facebook 0 Google+ 0 Filament.io 0 Flares ×
a paciência é uma virtude.
a falta de atitude é um defeito.
tudo o que é sempre desfeito revela ansiedade.
qualidade é não fugir da altitude.
pude ver que pular do precipício não tem volta.
quem se solta a princípio não é precipitado,
a menos que tenha registrado princípios inalcançáveis.
estáveis homens são aqueles que não saem do lugar.
amar sem paciência não é possível.
plausível é passar o dia apaixonado, e,
à noite, sonhar acordado.
apaixonado não tem paciência.
mas teu sorriso e toque e pele e cheiro e voz
acalmam toda frustração boba.

duro é viver sem isso.

Gostou de ler “de humanos”?

Há muitos outros conteúdos interessantes no meu site.

Clique aqui para ver, por exemplo, a minha tese completa sobre comunicação audiovisual, em que discuto, entre outras coisas, tecnologias como a IA. O nome do trabalho é: Ela, de Spike Jonze, no contexto dos novos paradigmas da Era Digital.

Além do poema De Humanos, há outras matérias sobre os mais diversos assuntos. Também há bastante poesia e crônicas.
Mas não fique só nisso: compre, também, meu livro de contos “Os Suicidas e outras histórias” agora mesmo. Mas se você quer saber mais do que faço neste site, além de poesia, crônicas, contos, jornalismo e artigos etc., por favor, comece clicando aqui para comprar a versão impressa do meu livro (é caro porque tá conectado ao dólar, então, já viu…).
Compre meu livro os suicidas e outras histórias, um livro de contos variados, com temas diversos que passeiam por filosofia, psicologia, literatura, história, música e política
E esta imagem é do meu livro de contos (ah, e não esqueça: compre meu livro os suicidas e outras histórias!). Alguns desses textos escrevi quando estava em Bauru, no mesmo período em que terminei o projeto de conclusão de curso de jornalismo (Caleidoscópio: documentário dos 100 anos de Bauru em 1995, clique para ver o vídeo). Por exemplo, o conto Cru é ambientado numa cidade do interior (claramente inspirado em Bauru).

Mas veja só: o livro digital é muito barato, 7,50. Então, se quiser comprar a versão digital enquanto o dólar estiver alto, clique: Os suicidas e outras histórias <= clique no link e compre a versão digital. É isso.

Que você se divirta! Então, compre já!!!

Resumo do que há no livro:

São personagens atormentados, no limite, que buscam, então, amor e precisam conhecer a si mesmos primeiro. Uma homenagem à vida na figura da minha avó materna (em Os Suicidas). Além disso, é uma ironia sobre nossa relação com a mídia televisiva (em Pano de Fundo).

Uma história de amor que não aconteceu (em Sonhos).

Mas não só isso: também é uma análise sobre os diferentes tipos de crueldade (em Cru). A história de uma criança de rua (ou de várias delas) que não se resolve nunca e parece um círculo vicioso (em Longa história…). São reflexões sobre isolamento social desde o nascimento (em A elipse).

Ainda tem uma história metalinguística, sobre aparências, memória imprecisa e pontos de vista (em As deslembranças), com final surpreendente.

Desse modo, sobra o último conto…

… A Rosa. Este faz parte de uma trilogia ainda inacabada (Pátria Amada). É um conto que usa fatos históricos e personagens reais do Brasil para contar algo inventado: por que o mecânico Otávio de Souza escreveu o poema/letra da música Rosa, de Pixinguinha?

Bom, por que, na verdade, ninguém sabe. Então, o conto inventa o motivo.

Portanto, esse é o argumento…

… para criar a história de amor entre Otávio e Rosa. Paralelamente a esse amor, há um pano de fundo: a história do Brasil, no Rio de Janeiro dos anos 10, 20 e 30 do século XX. Muitos fatos no conto realmente aconteceram.

Algo assim como Forrest Gump, interagindo com personagens históricos. Ou algo como no filme Shakespeare Apaixonado, em que os roteiristas inventaram o motivo do dramaturgo ter escrito Romeu e Julieta. Por isso o conto A Rosa usa, então, a música para contar a história do Brasil e do romance entre Otávio e Rosa.

O projeto ficou tão bom…

… que o autor F. de Amorim (eu mesmo) começou a segunda parte (que se passa nos anos de 1960 a 1970). E ainda fará a terceira. Todos os contos, pode-se dizer, representam uma valorização da poesia, do amor, e suas dimensões no mundo contemporâneo (escrevi a maioria das histórias na década de 1990).

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

*


*

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.